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Sucen encontra mosquito vetor da leishmaniose na zona oeste

Força tarefa entra em ação e orienta moradores do Jardim Mediterrâneo

 

 

Presidente Prudente, sexta-feira 11 de março de 2011  

A Regional da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), órgão da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, encontra em nova área de Presidente Prudente o mosquito-palha, vetor da leishmaniose. Desta vez no Jardim Mediterrâneo, na zona oeste da cidade. O fato foi comunicado nesta sexta-feira ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão da Secretaria Municipal de Saúde, que acionou a força da tarefa que orienta a população e toma outras providências visando a erradicação do mosquito.

O mosquito é detectado através de armadilha montada por técnico da Sucen no quintal de uma determinada residência, na qual o morador fica responsável por ligar a desligar o equipamento formado por luz, recipiente e ventilador. Durante à noite a luz atraí e o mosquito é sugado pelo ventilador para o recipiente. A armadilha é mantida durante três noites e no Mediterrâneo, que fica na região da Cohab, foram capturados quatro machos e uma fêmea. A transmissão do parasita ocorre apenas através da picada do mosquito fêmea infectado.

 

Durante o ano passado, focos foram encontrados nos jardins das Rosas e São Geraldo, ambos na zona oeste; e no Jardim Iguaçu, na zona norte. ´´Assim que o fato é oficializado ao município, nos iniciamos algumas ações``, conta o diretor do CCZ, o médio veterinário Célio Nereu Soares. Moradores recebem orientações para que eliminem os criadouros do mosquito-palha, o que se dá através da casa e quintais limpos.

 

O mosquito-palha vive nas proximidades das residências, preferencialmente em lugares úmidos, escuros e com acúmulo de material orgânico. Ataca nas primeiras horas do dia ou ao entardecer. As pessoas devem embalar bem o lixo, colocar telas nas janelas e cuidar bem dos cães que podem se transformar em reservatório doméstico do parasita, que transmitirá a leishmaniose para as pessoas próximas e outros animais domésticos.

 

Os moradores são orientados ainda sobre os sintomas da doença em animais e humanos. A força tarefa cadastra proprietários e animais, dos quais coleta sangue e as amostras são enviadas ao Instituto Adolpho Lutz para apurar se tem cão contaminado.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação

 
 

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